{"id":5477,"date":"2026-02-20T07:00:00","date_gmt":"2026-02-20T07:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/perspetivaatual.pt\/?p=5477"},"modified":"2026-02-13T10:44:49","modified_gmt":"2026-02-13T10:44:49","slug":"novas-respostas-para-velhos-desafios-nutricionais","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/perspetivaatual.pt\/index.php\/2026\/02\/20\/novas-respostas-para-velhos-desafios-nutricionais\/","title":{"rendered":"Novas respostas para velhos desafios nutricionais"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Lu\u00eds Abrunhosa, coordenador cient\u00edfico do PROTEIN4IMPACT na Universidade do Minho, afirma que estudar prote\u00ednas alternativas permite criar novas op\u00e7\u00f5es alimentares, \u201cseguras e atrativas\u201d para os consumidores. Nesta entrevista, fala-se dos objetivos do projeto e da explora\u00e7\u00e3o de microalgas, fungos, bact\u00e9rias, insetos e subprodutos agroindustriais, assim como da sua seguran\u00e7a, qualidade nutricional e potenciais aplica\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Perspetiva Atual:<\/strong> <strong>Lan\u00e7ado em janeiro de 2025 e com t\u00e9rmino previsto para o \u00faltimo dia de 2027, o PROTEIN4IMPACT tem como objetivo estudar fontes proteicas provenientes de fontes n\u00e3o convencionais. Que impactos nutricionais, ambientais e socioecon\u00f3micos se esperam alcan\u00e7ar com este projeto e como poder\u00e3o estes resultados beneficiar a sociedade?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lu\u00eds Abrunhosa:<\/strong> Sim, de facto o projeto PROTEIN4IMPACT pretende explorar a produ\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o de fontes alternativas de prote\u00edna que possam ser introduzidas na cadeia de produ\u00e7\u00e3o alimentar de forma segura e atrativa do ponto de vista econ\u00f3mico, nutricional e ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p>Por um lado, est\u00e1 prevista a obten\u00e7\u00e3o de prote\u00edna atrav\u00e9s de processos fermentativos com fungos, bact\u00e9rias e algas, mas tamb\u00e9m a partir do cultivo de insetos, utilizando como fonte de nutrientes subprodutos agroindustriais, como dreche, casca de banana ou cacau. Desta forma, o projeto explora um conceito de reaproveitamento e circularidade dos nutrientes, contribuindo para melhorar a sustentabilidade e reduzir a pegada ambiental das futuras cadeias de produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna. Por outro lado, o projeto estuda tamb\u00e9m tecnologias inovadoras que possibilitam melhorar a recupera\u00e7\u00e3o de prote\u00edna a partir de subprodutos da aquacultura, como partes menos nobres de peixes e camar\u00f5es resultantes do seu processamento, possibilitando assim a sua valoriza\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de novos produtos alimentares.<\/p>\n\n\n\n<p>Todas estas fontes de prote\u00edna ser\u00e3o tamb\u00e9m estudadas, no sentido de avaliar a sua qualidade, propriedades nutricionais e palatabilidade, de forma a permitir a sua incorpora\u00e7\u00e3o adequada em alimentos ou ra\u00e7\u00f5es animais. Para al\u00e9m disso, o projeto visa estudar o impacto ambiental e a rentabilidade econ\u00f3mica destas cadeias de produ\u00e7\u00e3o para as prote\u00ednas alternativas. Neste sentido, o projeto segue uma abordagem integrada, mas linear. Come\u00e7a com o desenvolvimento de melhores solu\u00e7\u00f5es para a produ\u00e7\u00e3o das prote\u00ednas alternativas, passa depois pela sua carateriza\u00e7\u00e3o exaustiva a v\u00e1rios n\u00edveis, como pelo melhoramento das suas propriedades e potencial aplica\u00e7\u00e3o, e culmina com a avalia\u00e7\u00e3o dos seus impactos ambientais, custos de produ\u00e7\u00e3o e viabilidade econ\u00f3mica.<\/p>\n\n\n\n<p>No que diz respeito ao nosso grupo de investiga\u00e7\u00e3o, estamos diretamente envolvidos na obten\u00e7\u00e3o de micoprote\u00edna (prote\u00edna de fungos), atrav\u00e9s do desenvolvimento de processos fermentativos com o cogumelo <em>Pleurotus ostreatus<\/em>, utilizando dreche (subproduto da ind\u00fastria cervejeira) como fonte de nutrientes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PA: Embora j\u00e1 existam alternativas \u00e0 prote\u00edna animal, persistem lacunas no que toca ao conhecimento dos seus efeitos. Como est\u00e1 a ser avaliada a seguran\u00e7a, a qualidade e a influ\u00eancia destes novos alimentos na sa\u00fade?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LA:<\/strong> Sim, de facto podemos e devemos continuar a gerar mais conhecimento sobre fontes alternativas de prote\u00edna. Por um lado, para podermos melhorar a sua obten\u00e7\u00e3o e, por outro, para torn\u00e1-las mais atrativas e seguras para o consumidor. Do ponto de vista da seguran\u00e7a alimentar, \u00e9 importante monitorizar se existe ou n\u00e3o risco de introduzir novos contaminantes ou alerg\u00e9nios na cadeia de produ\u00e7\u00e3o dos alimentos. Por exemplo, a utiliza\u00e7\u00e3o de subprodutos agroindustriais ou novos microrganismos pode potencialmente introduzir contaminantes indesej\u00e1veis como pesticidas ou toxinas nos produtos finais, pelo que estes aspetos devem ser cuidadosamente avaliados e controlados.<\/p>\n\n\n\n<p>Relativamente \u00e0 qualidade nutricional, \u00e9 tamb\u00e9m importante garantir que estas fontes proteicas assegurem um perfil equilibrado de amino\u00e1cidos, evitando desequil\u00edbrios ou car\u00eancias nutricionais. Neste ponto, a quest\u00e3o central \u00e9 perceber at\u00e9 que ponto estas prote\u00ednas podem substituir as fontes tradicionais, como a prote\u00edna animal. Depois, do ponto de vista da sa\u00fade, \u00e9 importante avaliar se estas prote\u00ednas apresentam vantagens em compara\u00e7\u00e3o com as fontes tradicionais. Nomeadamente, caracter\u00edsticas como o seu menor teor de gordura ou maior conte\u00fado em fibra poder\u00e3o contribuir para o desenvolvimento de produtos nutricionalmente mais equilibrados e saud\u00e1veis. Este \u00e9, ali\u00e1s, um aspeto tamb\u00e9m explorado no projeto, atrav\u00e9s do estudo de tecnologias inovadoras para reduzir os teores de gordura na prote\u00edna proveniente de insetos, subprodutos da aquacultura e microalgas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"2550\" height=\"2560\" src=\"http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/fermentadores-scaled.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5480\" style=\"width:515px;height:auto\" srcset=\"http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/fermentadores-scaled.jpg 2550w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/fermentadores-300x300.jpg 300w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/fermentadores-1020x1024.jpg 1020w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/fermentadores-150x150.jpg 150w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/fermentadores-768x771.jpg 768w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/fermentadores-1530x1536.jpg 1530w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/fermentadores-2040x2048.jpg 2040w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/fermentadores-1024x1028.jpg 1024w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/fermentadores-45x45.jpg 45w\" sizes=\"auto, (max-width: 2550px) 100vw, 2550px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>PA:<\/strong> <strong>Insetos, fungos, bact\u00e9rias, micro e macroalgas ainda despertam curiosidade e alguma hesita\u00e7\u00e3o entre os consumidores. Quais os benef\u00edcios nutricionais e funcionais destes alimentos em compara\u00e7\u00e3o com as prote\u00ednas tradicionais?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LA: <\/strong>Bem, muitos destes organismos j\u00e1 s\u00e3o consumidos pela popula\u00e7\u00e3o de uma forma ou outra. S\u00f3 para contextualizar, se comermos cogumelos estamos a consumir fungos, se comermos produtos l\u00e1cteos fermentados, estamos a consumir bact\u00e9rias. Mas de facto, o consumo de alguns deles, como os insetos, ainda tem pouca express\u00e3o na Europa ou nos pa\u00edses de cultura ocidental. Mas se olharmos para outras culturas, como a Asi\u00e1tica, o cen\u00e1rio \u00e9 diferente.<\/p>\n\n\n\n<p>Na minha opini\u00e3o, um dos principais benef\u00edcios destas novas fontes de prote\u00edna \u00e9 a diversifica\u00e7\u00e3o das fontes proteicas, uma vez que atualmente nos encontramos muito dependentes da prote\u00edna animal e vegetal. Ao diversificar estamos a fortalecer a resili\u00eancia das cadeias de abastecimento. E como sabemos, a popula\u00e7\u00e3o mundial est\u00e1 a atingir n\u00fameros que ir\u00e3o exercer uma grande press\u00e3o na disponibilidade dos recursos alimentares. Por isso, encontrar alternativas ser\u00e1 sempre uma boa solu\u00e7\u00e3o do ponto de vista de sobreviv\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista nutricional, bem, algumas destas novas prote\u00ednas n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o completas, digamos assim, como a carne ou peixe, mas conseguem fornecer a maioria dos amino\u00e1cidos essenciais de que necessitamos. Para al\u00e9m disso, podem apresentar menor teor de gordura e conter fibra alimentar na forma de polissacar\u00eddeos complexos, como \u00e9 o caso da micoprote\u00edna. Portanto, a quest\u00e3o fundamental aqui, n\u00e3o \u00e9 encontrar substitutos, mas sim alternativas que possam ocupar o seu espa\u00e7o no leque de op\u00e7\u00f5es que o consumidor tem ao seu dispor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PA: Projetos desta dimens\u00e3o exigem, naturalmente, coopera\u00e7\u00e3o entre diferentes pa\u00edses, setores e \u00e1reas do saber. Qual a import\u00e2ncia das parcerias nacionais e internacionais para o sucesso do projeto e que mais-valias trazem para a investiga\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LA:<\/strong> Sim, de facto um projeto t\u00e3o abrangente s\u00f3 poderia acontecer com a participa\u00e7\u00e3o de um vasto leque de colaboradores, cada um deles com as suas compet\u00eancias espec\u00edficas, mas que no todo se tornam complementares e garantem, assim, uma maior probabilidade do projeto atingir os seus objetivos. Neste cons\u00f3rcio existem 18 parceiros, uns respons\u00e1veis pelo estudo da produ\u00e7\u00e3o\/obten\u00e7\u00e3o das prote\u00ednas (utilizando fungos, bact\u00e9rias, insetos, algas, e subprodutos da aquacultura; bem como processos fermentativos, extrus\u00e3o ou extra\u00e7\u00e3o supercr\u00edtica); outros, respons\u00e1veis pelo melhoramento das propriedades sensoriais, funcionais e nutricionais das prote\u00ednas; outros, pela avalia\u00e7\u00e3o e melhoramento da sua palatabilidade; outros ainda, por estudar o seu impacto ambiental, ou por avaliar os custos envolvidos na sua produ\u00e7\u00e3o \u00e0 escala industrial; outros, pela avalia\u00e7\u00e3o dos seus impactos sociais ligados \u00e0 sua aceita\u00e7\u00e3o comparativamente com fontes tradicionais; sem esquecer claro, os parceiros com compet\u00eancias espec\u00edficas de gest\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s aqui na Universidade do Minho, como j\u00e1 disse, somos apenas respons\u00e1veis pelo estudo da produ\u00e7\u00e3o de micoprote\u00edna em condi\u00e7\u00f5es bem espec\u00edficas. Nomeadamente, por utilizar subprodutos agroindustriais como a dreche para obter biomassa rica em prote\u00edna a partir de <em>Pleurotus ostreatus<\/em>, um cogumelo que encontramos diariamente nos supermercados, mas que \u00e9 \u201ccultivado\u201d de forma diferente, aqui, por n\u00f3s, neste projeto. Mas de facto \u201ccolaborar\u201d \u00e9 um dos aspetos mais fundamental deste projeto, uma vez que a prote\u00edna que estamos a produzir ser\u00e1 depois estudada por outros parceiros em diferentes vertentes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PA: A reutiliza\u00e7\u00e3o de subprodutos de agroind\u00fastria e de aquicultura \u00e9 um dos grandes pilares deste estudo. A valoriza\u00e7\u00e3o destes subprodutos contribui para uma produ\u00e7\u00e3o proteica mais sustent\u00e1vel e para a redu\u00e7\u00e3o do desperd\u00edcio alimentar?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LA: <\/strong>Sim, de facto os subprodutos s\u00e3o um pilar essencial do projeto, uma vez que um dos seus objetivos mais importantes \u00e9 explorar o conceito de circularidade dos nutrientes. Utilizando subprodutos agroindustriais, podemos regenerar nutrientes menos nobres em nutrientes de maior valor acrescentado, e assim subir na cadeia de valor. No entanto, a circularidade que se pretende aqui \u00e9 tamb\u00e9m uma circularidade respons\u00e1vel, ou seja, um reaproveitamento dos subprodutos sem comprometer a qualidade e a seguran\u00e7a do produto final. Pretende-se garantir que qualquer introdu\u00e7\u00e3o de subprodutos esteja livre de contaminantes ou de alerg\u00e9nios potencialmente nocivos para o consumidor.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, todo o projeto est\u00e1 desenhado para reaproveitar fontes de nutrientes sem introduzir riscos adicionais para o consumidor, sendo para isso utilizados, por exemplo, microrganismos compat\u00edveis com o uso alimentar ou tecnologias que permitem obter prote\u00edna livre de eventuais contaminantes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PA: O PROTEIN4IMPACT recorre a metodologias avan\u00e7adas, como a modela\u00e7\u00e3o digital, a avalia\u00e7\u00e3o do ciclo de vida, a an\u00e1lise econ\u00f3mica e sistemas baseados em intelig\u00eancia artificial. Que tipos de testes t\u00eam sido realizados ao longo do projeto e como estas tecnologias apoiam o controlo e a credibilidade dos resultados?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LA:<\/strong> Nesse aspeto, o projeto ainda se encontra numa fase inicial, uma vez que as tarefas previstas para essa avalia\u00e7\u00e3o est\u00e3o planeadas sobretudo para o segundo e terceiro anos de execu\u00e7\u00e3o. Contudo, como j\u00e1 referi anteriormente, este constitui tamb\u00e9m um dos objetivos centrais do projeto. Pretende-se, nomeadamente, avaliar os impactos ambientais e econ\u00f3micos destas novas fontes de prote\u00edna recorrendo a metodologias espec\u00edficas, como o \u201cLCA\u201d ou os \u201cDigital Twins\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Sendo assim, ser\u00e3o realizados estudos de ciclo de vida dos produtos que incluem, por exemplo, estimar os consumos de energia, \u00e1gua, mat\u00e9rias-primas, bem como a quantifica\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos gerados ao longo das diferentes etapas do processo produtivo. Em paralelo, ser\u00e3o efetuadas an\u00e1lises t\u00e9cnico-econ\u00f3micas, que incluem a avalia\u00e7\u00e3o da escalabilidade e da viabilidade industrial dos processos. Nesse \u00e2mbito, os \u201cDigital Twins\u201d permitir\u00e3o simular diferentes condi\u00e7\u00f5es operacionais e cen\u00e1rios de produ\u00e7\u00e3o, possibilitando a otimiza\u00e7\u00e3o dos processos produtivos e a previs\u00e3o do desempenho ambiental e econ\u00f3mico dos sistemas antes da sua implementa\u00e7\u00e3o \u00e0 escala industrial.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1536\" height=\"2048\" src=\"http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Pobsk_15days.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5481\" style=\"width:460px;height:auto\" srcset=\"http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Pobsk_15days.jpeg 1536w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Pobsk_15days-225x300.jpeg 225w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Pobsk_15days-768x1024.jpeg 768w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Pobsk_15days-1152x1536.jpeg 1152w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Pobsk_15days-1024x1365.jpeg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 1536px) 100vw, 1536px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>PA: Ap\u00f3s um ano de trabalho, que progressos ou resultados j\u00e1 foram conseguidos na investiga\u00e7\u00e3o? Que prioridades se encontram definidas para 2026?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>LA:<\/strong> Em 2025, estivemos a trabalhar ativamente na obten\u00e7\u00e3o das prote\u00ednas alternativas utilizando os processos e m\u00e9todos de produ\u00e7\u00e3o previstos no projeto. Durante o presente ano, as diferentes prote\u00ednas alternativas ser\u00e3o transferidas para os parceiros respons\u00e1veis pela caracteriza\u00e7\u00e3o das suas propriedades nutricionais, funcionais e sensoriais. Em simult\u00e2neo, ser\u00e3o iniciados os estudos relativos aos seus impactos ambientais e \u00e0 sua viabilidade t\u00e9cnico-econ\u00f3mica.<\/p>\n\n\n\n<p>No que diz respeito \u00e0 Universidade do Minho, j\u00e1 implement\u00e1mos com sucesso o crescimento do <em>Pleurotus ostreatus<\/em> em dreche, tendo escalado o processo fermentativo para um bioreator de 3 litros. Numa fase subsequente, prev\u00ea-se escalar o processo para um biorreator airlift de maior capacidade, de forma a aumentar a viabilidade econ\u00f3mica do processo. Temos como objetivo principal demonstrar que a obten\u00e7\u00e3o de micoprote\u00edna atrav\u00e9s da fermenta\u00e7\u00e3o de dreche por <em>P. ostreatus<\/em>, em condi\u00e7\u00f5es de fermenta\u00e7\u00e3o submersa, \u00e9 vi\u00e1vel e rent\u00e1vel do ponto de vista tecnol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p>Agradecimentos:<br>PROTEIN4IMPACT is Funded by the European Union. Views and opinions expressed are however those of the author(s) only and do not necessarily reflect those of the European Union or European Research Executive Agency (REA). Neither the European Union nor the granting authority can be held responsible for them.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"830\" height=\"326\" src=\"https:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/image-32.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5482\" style=\"width:424px;height:auto\" srcset=\"http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/image-32.png 830w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/image-32-300x118.png 300w, http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/image-32-768x302.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 830px) 100vw, 830px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1800\" height=\"601\" src=\"http:\/\/perspetivaatual.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Protein4impact_logo_RGB_on_blue.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5479\" 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