Coimbra Business School – ISCAC triplica produção científica em dois anos

Modelos de ensino ativo, em contexto empresarial, e a política de incentivo à investigação estão a levar docentes, investigadores e estudantes da Coimbra Business School a publicações de renome mundial. Pedro Costa, presidente desta Escola-Empresa, explica como é o ensino “com os estudantes a resolverem problemas concretos em organizações reais”. A taxa média de empregabilidade à saída dos cursos é de 97%.

Organizada como uma Escola-Empresa, a Coimbra Business School | ISCAC tem na investigação aplicada uma das suas prioridades. Nos últimos dois anos o seu corpo docente praticamente triplicou a produção científica, correspondendo da melhor forma à política de apoio e de dispensa de docentes que a escola lançou para o desenvolvimento de trabalhos e de publicações técnicas e científicas.

“Apoiamos a participação do nosso corpo docente e dos nossos investigadores em conferências nacionais e internacionais e atraímos muitos eventos científicos de grande reputação para a nossa escola”, afirma Pedro Costa, presidente da Coimbra Business School | ISCAC. “A forma como os nossos professores, investigadores e muitos estudantes inovaram em diversos ramos das ciências empresariais, levaram esta escola a ter, regularmente, trabalhos editados em publicações de renome mundial”.

A escola irá celebrar em 2021 o seu centenário e está também empenhada em criar um Centro de Investigação dedicado às ciências empresariais, tais como a gestão aplicada aos universos da saúde, das engenharias, das ciências agrícolas ou da educação. “O nosso objetivo é criar ciclos de estudos de doutoramento nesta escola”, afirma Pedro Costa.

A aposta na investigação é conjugada com o ensino feito em contexto empresarial, com os estudantes a resolverem problemas concretos em organizações reais. A Coimbra Business School | ISCAC tem mais de 1.000 protocolos com empresas, desenvolvendo sempre que possível formação em contexto empresarial – grandes empresas, PME’s, centros tecnológicos, polos de inovação, entre outros. Por outro lado, os laboratórios da escola participam em redes de parcerias com organizações externas de relevo nacional: o RISKLAB, para a área de auditoria e risco; o TecLab – para as tecnologias de informação; o LABORatório, em parceria com a UGT – para a área das condições de trabalho; POLLAB – de estudos de mercado e sondagens; e o Voluntas – gabinete de voluntariado.

Estudantes com bagagem empresarial

A Coimbra Business School distingue-se por modelos de ensino ativos. Favorece as dinâmicas individuais, a aprendizagem ativa, a autonomização do estudante para investigar ou para empreender, colocando-o no centro do processo educativo e do processo de investigação.  “Nas nossas licenciaturas são feitas auditorias reais. Os estudantes participam em processos de recrutamento reais. São chamados a desenhar, implementar e propor estratégias e aplicações informáticas úteis para as empresas aos seus próprios donos e gestores”, afirma Pedro Costa. “Os alunos que vão entrar na Coimbra Business School | ISCAC em setembro já sabem que, quando se formarem, vão ter uma bagagem empresarial e uma rodagem própria de quadros com experiência”.

O mercado responde a esta qualidade dos estudantes da escola garantindo-lhes, à saída dos seus cursos, taxas de empregabilidade muito elevadas. Em Informática de Gestão, por exemplo, a procura de licenciados é muito superior ao número de estudantes finalistas. A taxa média de empregabilidade da escola é de 97%, não havendo nenhum curso com menos de 90% de empregabilidade imediata.

Adaptar conteúdos à nova realidade

Como uma Escola-Empresa sempre atenta às necessidades do mercado – as quais, muitas vezes, antecipa – a Coimbra Business School está neste momento a renovar os conteúdos de muitas matérias dos seus cursos para os adaptar à nova realidade surgida da crise económica da pandemia da Covid-19. “O novo contexto mundial implicará mudanças profundas em muitas áreas das ciências empresariais, o que terá de se refletir no ensino da Coimbra Business School”, afirma Pedro Costa. “Com a investigação que lhes está associada, algumas disciplinas irão ser laboratórios vivos do que está a acontecer no mundo: isto é válido para os docentes, para os investigadores, para os empresários nossos parceiros e que colaboram no nosso ensino, e – sobretudo – será válido para os estudantes que irão frequentar essas aulas”.

A Coimbra Business School | ISCAC tem atualmente 3.600 alunos e mais de 500 docentes e investigadores distribuídos por vinte cursos conferentes de grau académico – 8 licenciaturas e 12 mestrados – e por 19 cursos não conferentes de grau: MBA’s e pós-graduações.

Formação executiva vai ser decisiva para ultrapassar a crise da COVID-19

A Coimbra Business School | ISCAC está a reagir aos desafios que a Covid-19 colocou às empresas e organizações suas parceiras, reforçando a formação executiva em áreas “core” das Ciências Empresariais, das Ciências Jurídicas e da Informática Aplicada. Pedro Costa, presidente da Coimbra Business School, afirma que as empresas terão de se preparar para serem cada vez mais digitais, apostar nas tecnologias de informação (TI), em áreas como a cibersegurança e a gestão de fraude. Devem, também, tornar os seus modelos de gestão mais colaborativos e sustentáveis.

“A formação executiva vai ser decisiva para as empresas ultrapassarem a crise económica e social da pandemia COVID-19”, afirma Pedro Costa. “Por isso, dentro da Coimbra Business School | ISCAC estamos a transformar a nossa própria oferta formativa para executivos, por forma a prepará-los para as exigências que os próximos anos lhes irão colocar”.

O período de reestruturação económica e social que se aproxima impõe a preparação de ambientes cada vez mais digitais. A CBS – Executive, a escola de formação executiva da Coimbra Business School, tem consciência de que a nova formação executiva terá de dar resposta a esta necessidade.

“Será preciso saber gerir crises e reforçar áreas de IT como a cibersegurança e gestão de fraude”, afirma o seu presidente. “Os recursos humanos também serão uma área sensível, uma vez que as pessoas em teletrabalho adquirem novas noções do que é a realização profissional e a sua própria felicidade pessoal”.

A CBS Executive vai manter uma forte componente de ensino à distância, com “formações mais especializadas, muito focadas em assuntos estritos, específicos e com menor carga horária”. Segundo Pedro Costa, este é um método que, devido à facilidade e flexibilidade que lhe é inerente, se tem revelado uma mais-valia em termos de gestão de tempo e de custos para as empresas e organizações destinatárias da CBS Executive.

As ações presenciais estão também a ser reforçadas. Desenhadas em parceria com empresas e organizações que recebem formação executiva da CBS, esta aposta destina-se a dar resposta à crescente procura produzida pelo impacto da crise no tecido empresarial. “A CBS Executive tem uma longa tradição de formação feita in loco nas próprias empresas, associações empresariais e organismos públicos seus parceiros”, sublinha Pedro Costa.

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