A UBI na Internacionalização e Cooperação

Num mundo interligado, a formação integral do indivíduo implica uma sólida educação de base, a par de uma consciencialização para a cidadania global. A UBI assume plenamente a sua responsabilidade enquanto escola de formação de elites e promotora de líderes para todos os campos do saber.

Num mundo interligado, a formação integral do indivíduo implica uma sólida educação de base, a par de uma consciencialização para a cidadania global. A UBI assume plenamente a sua responsabilidade enquanto escola de formação de elites e promotora de líderes para todos os campos do saber.

Neste sentido, a internacionalização e a cooperação na UBI perpassa por todo o seu ADN, refletindo-se na forma como ensina, como investiga e como faz a interface com a sociedade global onde atua. É fundamental, neste caso, a ativação das parcerias estratégicas com instituições de ensino superior de todo o mundo.

A internacionalização e cooperação iniciam-se, desde logo, através da participação dos Professores e Investigadores da UBI em centenas de congressos, palestras convidadas, cursos intensivos e reuniões de alto nível que acontecem um pouco por todo o mundo e ao longo de todo o ano. Uma universidade faz-se com a qualidade dos seus professores e estudantes.

Porém, não se podem formar líderes com pensamento global sem que estes interajam com o mundo. Neste aspeto particular, a UBI goza de uma vantagem competitiva singular, pois é frequentada por 22% de estudantes estrangeiros, sendo que nos mestrados a percentagem atinge 36%, e 32% nos doutoramentos, num processo de seleção altamente competitivo. Há ainda a possibilidade de os estudantes portugueses interagirem com este ambiente cosmopolita numa cidade, a Covilhã, onde a população estudantil constitui 25% dos habitantes, o que cria, ao mesmo tempo, um ambiente cosmopolita, confortável e seguro. É ainda um reconhecimento de nível superior quando se verifica que as percentagens maiores de estudantes estrangeiros se situam ao nível dos que frequentam mestrados e doutoramentos. Estes são estudantes mais ma- duros, que tiveram oportunidade de analisar diversas instituições onde poderiam continuar os seus estudos e que, ao escolherem a UBI, fizeram-no pela excelência do seu ambiente académico e dos seus professores.

A internacionalização e cooperação têm um gabinete próprio, o já famoso GIC, que apoia estudantes, professores e a restante comunidade académica em tudo o que necessita. É ainda aqui que se faz o acolhimento e a orientação aos milhares de estudantes estrangeiros que, anualmente, escolhem a UBI para enriquecer o seu currículo com uma experiência de vida única, a par de uma formação ímpar em qualidade e atualidade.

A internacionalização e cooperação desempenham, portanto, um papel vital no posicionamento e reconhecimento da UBI como uma instituição de excelência no panorama educativo internacional. Ao promover a mobilidade académica, estabelecer parcerias estratégicas e fomentar a diversidade cultural, a UBI enriquece o ambiente de aprendizagem dos seus estudantes, preparando-os para se- rem cidadãos conscientes e competentes em contexto internacional. A UBI continua a fortalecer os seus laços com instituições de ensino superior em todo o mundo, ampliando horizontes e abrindo portas para oportunidades académicas e profissionais enriquecedoras. Este compromisso com a internacionalização e cooperação não só eleva o perfil da UBI no cenário global, mas também contribui para o desenvolvimento de uma sociedade mais inclusiva e colaborativa.

Em resultado do trabalho e do reconhecimento da excelência da UBI neste domínio, foi criada em 2020 a aliança de universidades europeias UNITA – Universitas Montium. Uma aliança que inicialmente juntou a Universidade de Zaragoza, a de Turim, a de Pau e Savoie-Montblanc e ainda a de Timisoara, de Portugal, Espanha, França, Itália e Roménia. Desde 2023, iniciou- -se um alargamento da aliança, que passou a contar com mais de 10 instituições associadas. Isto permite atingir uma aliança com cerca de 250 000 alunos, sen- do que a mesma ainda atua em articulação com mais de 30 universidades Geminae de todos os continentes. As línguas românicas, comuns a todas as universidades, são o elemento de ligação. A capacidade de intercompreensão entre falantes do Português, Espanhol, Francês, Italiano e Romeno permite que os estudantes da UBI se projetem, enquanto profissionais de excelência, num mundo onde estas línguas estão nos lugares cimeiros do ranking planetário de línguas mais faladas. A preocupação com o património, a economia circular, e a energia verde, sem esquecer a saúde, a transição digital, e a inclusão, são elementos distintivos comuns aos cidadãos do futuro. A UBIm através da UNITA – Universitas Montium, é um contribuinte líquido para esta realidade, tanto no âmbito da oferta de cursos e microcredenciais como na promoção de hub’s de investigação.

O grande objetivo das alianças de universidades euro- peias é promover a mobilidade da comunidade académica (professores, investigadores, técnicos de suporte especializado e estudantes). Além das mobilidades Erasmus de longa duração, já tradicionais, a UNITA permitiu criar um ecossistema universitário que permite a realização de estadias de curta duração, com programas intensivos mistos (online com presencial), bem co- mo múltiplas experiências de intercâmbio que estimulam a cidadania plena.

A UNITA é assim um instrumento para garantir uma mobilidade suave entre as várias instituições, facilitando a vida aos estudantes. Ela introduz ainda as mais recentes inovações ao nível dos percursos de aprendiza- gem dos estudantes, assegurando-lhes percursos personalizados de aprendizagem internacional entre as várias universidades, salvaguardando sempre a qualidade da formação.

Os estudantes, através da Assembleia de Estudantes UNITA – Universitas Montium, têm um papel importante na estrutura da UNITA. Além de reunirem regular- mente para debater os assuntos de interesse comum, organizam a UNITA Sports Competition, um evento único que permite o convívio e a partilha de experiências entre os estudantes da aliança de universidades.

Prof. José Páscoa

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